Capa > Podcast > Despachados > Despachados Edição Extra – Novas Regras da ANAC

Despachados Edição Extra – Novas Regras da ANAC

Despachados Edição Extra – Novas Regras da ANAC

A Agência Nacional de Aviação Civil aprovou no último dia 13/12 mudanças importantes na regulamentação do transporte aéreo brasileiro, com a revisão das Condições Gerais de Transporte (CGT). Trata-se de um pacote de medidas que tem tudo para causar uma grande mudança na maneira com que os brasileiros viajam. A principal e mais polêmica dessas medidas aprovadas é a que desobriga as Companhias Aéreas de embarcar volumes no bagageiro das aeronaves sem custo. Mas essa não é a única novidade. Existem outras que são muito positivas para os passageiros. Confira as novas regras da ANAC e suas implicações para nós, meros passageiros.

ATENÇÃO: Todas as regras, tanto as boas quanto a ruim, só terão efeito para passagens compradas a partir do dia 14/3/17!

Episódio de hoje – Novas Regras da ANAC

Apresentação – Foca
#teamdespachados – Leonardo Cassol – Samir Reis

Links – Episódio Extra ANAC

Saiba como se tornar um patrono/padrinho dos Despachados e acessar nossa sala VIP e garantir uma série de outros benefícios. Basta clicar na imagem abaixo, escolher a classe de sua preferência e aproveitar todos os benefícios. Maiores informações no próprio episódio.

padrim

Artigo completo, com todas as informações das novas regras no site do Melhores Destinos.

Passageiro que vestiu todas as roupas da bagagem para não pagar excesso na matéria do UOL.

Ficha Técnica

Criação: Foca
Edição: Sr. A e Foca
Artes: Foca e Artes Pingo no I
Locução: Ira Morato

Imagem da capa

Creative Commons 0 – Domínio Público (Use a vontade)
Via Pexels (thanks)

Site despachados.com.br

Layout: Foca e Thiago Miro
Desenvolvimento: Thiago Miro

Trilha Sonora do Programa

artic monkeys

A Playlist do episódio 13 está aqui:

  • OLucasConrado

    “A fim da obrigatoriedade de despachar bagagens vai permitir a entrada de verdadeiras low costs no Brasil”.

    Esse argumento tem um contra-argumento que não vi ninguém tocar: os custos de empresas aéreas (e repassadas pra passageiros).

    O Aeroin publicou uma reportagem explicando por que voar pro Chile é mais barato que pra Fortaleza. Quando a gente compra passagem aérea no Brasil, a gente paga PIS, COFINS, ICMS e as taxas aeroportuárias. Entre 35% e 40% do custo de uma companhia aérea é combustível. Nisso, ANAC, ministérios etc não querem mexer. Como você quer abrir uma low cost com tantos custos?

    Aqui a reportagem que citei: http://www.aeroin.net/por-que-voar-para-o-exterior-e-mais-barato-que-voar-pelo-brasil/

    Excelente programa. Vou mandar pros amigos.

    Lucas Conrado
    27 anos
    Rio de Janeiro

    • A gente sabe sim que as condições de competição no Brasil são longe das ideais. Mas percebemos que as low costs “de fato” causaram um estrago enorme no mercado europeu, norte-americano e asiático. O que a gente comentou é que parece que as empresas brasileiras estão se preparando para isso, mas não sabemos como vai ser. Obrigado mais uma vez pelo comentário. Abraço.

      • OLucasConrado

        Causariam, sim. Só tenho minhas dúvidas se elas conseguiriam entrar aqui no Brasil, por conta de custos operacionais e fusões. A Flyways infelizmente não decolou (tá certo que ela não era exatamente lowcost, era regional). E recentemente, tivemos as fusões Azul-Trip e Gol-Webjet…