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Tourcast 26 – Para cego ouvir

Tourcast 26 – Para cego ouvir

Tourcast para cego ouvir: esse episódio tem o objetivo de compartilhar informações para que os ouvintes entendam como funciona o turismo pela observação de quem não enxerga.

Para os prestadores de serviços turísticos, é mais informação para que possam aprimorar seu atendimento ao cliente com deficiência visual melhorando assim o turismo acessível, entenda os erros e acertos no atendimento de serviços aéreos, hospedagem, transporte e guias de turismo.

O Brasil contabiliza 6MM de pessoas com alguma deficiência visual, esse volume engloba a população que possui desde uma simples miopia até ausência total de visão, 5oo mil pessoas estão no grupo que não tem condições de enxergar e desse grupo apenas 100 pessoas contam com o auxílio de um cão guia.

Saiba como proceder com o embarque aéreo nacional e internacional de cães guia, nesse episódio 1, abordamos o atendimento aéreo, se tiver algum contato que trabalha nesse setor do turimos, por favor faça esse cast chegar ao máximo de profissionais possíveis, há dicas muito simples de serem implantadas e farão total diferença.

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Episódio de hoje – TourCast para cego ouvir.

Apresentação – Samir
#tourcast – participação de:

  • Katia Santos
  • Régis Santos

 

Missão do Tourcast: Ser um podcast de turismo com muito humor e informação.

Links

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  • OLucasConrado

    Fala, pessoal, beleza?

    Não consegui terminar de ouvir o episódio, mas estava lá no aeroporto esperando o expediente começar e fui ouvindo o início. Queria deixar aqui um comentário =)

    Estou trabalhando no check in de uma das principais empresas aéreas do Brasil no Galeão há um pouco mais de um mês. (Não vou dizer qual empresa é, mas olhando no meu Instagram – @OLucasConrado – dá pra saber hehehe). Ainda não lidei com nenhum passageiro deficiente visual nesse um mês, muito menos com cão guia. Mas a gente aprendeu como lidar no treinamento. E, sério, o que vocês relataram aí no programa está MUITO ERRADO.

    Não, não estou falando que os participantes mentiram. Estou falando que os procedimentos que eles relataram não deveriam ser realizados.

    Sobre o cão guia no detector de metais, eu confesso que não sei como funciona. Vou até perguntar lá pro pessoal do detector um dia desses. No Galeão, os cadeirantes não passam pelo detector de metais. Eles são revistados manualmente por um funcionário do aeroporto. O mais lógico pra mim, é que os cães deveriam passar por isso também… mas, repetindo, nunca vi cão guia entrando no aeroporto (só saindo), então não sei como funciona.

    ]Sobre a forma como lidamos com os deficientes, somos orientados de uma maneira totalmente diferente. Inclusive pela administradora do Galeão.

    O modo certo é oferecer o braço ou o ombro para o deficiente visual segurar e a gente vai andando com ele “apoiado” na gente. Quando há um obstáculo, como uma cadeira, escada, mesa etc, a gente diz que tem o obstáculo e meio que o desvia. Oferecer cadeira de rodas para cegos não é recomendável até porque não temos tantas cadeiras de roda assim. Toda cadeira é muito necessária!

    Sobre os deficientes ficarem perdidos na sala de espera, a gente só não acompanha quando não fica sabendo. Por exemplo, se a pessoa fez o check in em casa e entra na sala de embarque por conta própria. No momento que o deficiente visual faz o check in presencialmente com a gente, já colocamos no sistema o código BLND (de blind) e um de nossos funcionários vai acompanhá-lo até o momento em que ele se senta em seu assento na aeronave.

    No caso do aeroporto de Brasília, pode ser que houve um problema no sistema de som, mas aqui no Galeão, fazemos MUITAS chamadas antes, durante e depois do embarque. Inclusive, chamando os passageiros atrasados pelo nome. Na hora do embarque, vemos se o passageiro é cadeirante, cego, surdo, se despachou bagagem ou não. Então, pelo menos aqui no Galeão, se víssemos que um cego não entrou no avião, iríamos procurá-lo.

    Sei que ainda tem muita coisa pra melhorar. Para deficientes ou não, nossos aeroportos são muito pouco acessíveis (hoje eu vi umas placas no Galeão que apontavam pra lugar nenhum), com confusão demais e facilidade de menos. E, mais uma vez, estou bem assustado com esses problemas que o pessoal relatou aí no programa. Espero que as empresas revisem isso e que não se repitam.

    Um grande abraço a todos e boas viagens sempre!

    Lucas Conrado
    27 anos
    Agente de Aeroporto
    Rio de Janeiro

    • Samir Reis

      Grande Lucas.

      Primeiro agradeço sua participação, a interação com o ouvinte é extremamente gratificante.

      Não tive a oportunidade de viajar pelo Galeão, mas só de saber que há profissionais dedicados e preparados, espero que tenha essa chance. O processo relatado pelos nossos participantes serve de fato para que possamos ter mais informação, pois nem sempre há uma formação nesse sentido, principalmente no caso de cães guias, por serem tão raros no Brasil.

      Muito obrigado pela sua audiência, e aguarde, logo mais teremos o capitulo 2 desse Tourrrcast.

      Se puder compartilhe com outras pessoas que como eu e você fazemos parte do trade, para que mais profissionais do turismo possam melhorar o atendimento aos nossos clientes.

      Um forte abraço.

      Samir Reis

      • OLucasConrado

        Oi, Samir, tudo bem?

        Passei pelo raio X essa semana e perguntei ao supervisor qual é a orientação no caso de cão guia. A resposta dele foi meio confusa, mas pelo que entendi, foi o seguinte: se o cego pedir, o cão não passa pelo raio X. Eles revistam o cão manualmente, procurando por drogas ou outras coisas ilegais na coleira. A coleira só é retirada se o dono não deixar a revista manual ser feita.

        Pelo menos é a orientação que eles recebem. Se é feita…

        Grande abraço!

        • Samir Reis

          Valeu Lucas, espero que os procedimento sejam também pensados nesse publico e assim como você, torcendo para serem aplicados.

          Obrigado por compartilhar.

  • Samir Reis

    Grande Lucas.

    Primeiro agradeço sua participação, a interação com o ouvinte é extremamente gratificante.

    Eu não tive a oportunidade de viajar pelo Galeão, mas só de saber que há profissionais dedicados e preparados, espero que tenha essa chance. O processo relatado pelos nossos participantes serve de fato para que possamos ter mais informação, pois nem sempre há uma formação nesse sentido, principalmente no caso de cães guias, por serem tão raros no Brasil.

    Muito obrigado pela sua audiência, e aguarde, logo mais teremos o capitulo 2 desse Tourrrcast.

    Um forte abraço.

    Samir Reis